segunda-feira, 24 de outubro de 2016

10 HÁBITOS CURIOSOS E ASQUEROSOS DA IDADE MÉDIA.

Muitas vezes a ficção falseia muitas partes da história, nos fazendo acreditar que algumas épocas eram bastante diferentes do que eram na realidade... Na Idade Média, as pessoas não eram nada limpas como a maioria dos filmes ambientados nessa época mostra. Não havia tanto glamour nas roupas ou nos corpos de pessoas. Hoje vamos mostrar vários pontos que o farão ver que a realidade daquela época era bem mais mal cheirosa do que se pensa...


1. A aparência das pessoas nos filmes é falsa

A figura das bochechas rosadas e dos vestidos limpinhos que aparecem em cada um desses filmes é uma farsa completa. A igreja havia proibido os bons hábitos de higiene existentes na época dos romanos, argumentando que eram pecados, eram caprichos, já que eram muito caros. 
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2. Eles não gostavam de água

Tanto padres quanto médicos espalhavam por toda a população a crença de que a água, especialmente quente, enfraquecia os músculos e reduzia as habilidades motoras, causando doenças. Ruim para os olhos, os dentes, o rosto, a água os tornaria, também, mais vulneráveis ​​ao frio. Eles também diziam que um pouco de sujeira sempre ajudava a combater futuras doenças.
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3. E não só os pobres...


Até a rainha Isabel de Castela se vangloriava de ter tomado banho apenas duas vezes em toda sua vida. Um deles, foi num dia antes de seu casamento, pois era essa a tradição palaciana. Assim, a classe alta cheirava tão mal quanto a classe baixa. Os famosos vestidos e perucas eram raramente lavados e era comum a disseminação de lêndeas e piolhos. Às vezes, eles usavam pedaços de bacon para atrair os bichos para eles. Eles tinham servos eram responsáveis ​​por sua desparasitação diária, mesmo nas partes pudendas.

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4. As cidades maiores eram as mais mal cheirosas

Londres e Paris eram consideradas as cidades mais sujas. O cheiro das ruas era mortal, porém, nos edifícios públicos e nas casas, não era melhor. Era especialmente terrível quando as pessoas se reuniam em massa. Nas igrejas, queimava-se incenso para reduzir o mau cheiro.

5. Lavagem a seco

As pessoas não eram nada limpas, como você pôde averiguar. Porém, vez ou outra, faziam uma extravagância e passavam uma toalha úmida nas partes descobertas do corpo. Dessa forma, a sarna não coçava tanto...
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6. As partes que permaneciam sob a roupa...

Elas não eram lavadas, simplesmente. Elas poderiam passar anos e anos até que um pingo de água tocasse sua superfície. Médicos proibiam que se lavasse as crianças. Eles diziam que a água os deixaria moles e propensos à doença. Com pânico da morte, as mães não os lavavam, e, desta forma, a mortalidade era muito elevada, pois as feridas, por exemplo, infectavam-se muito rapidamente.
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7. Banho anual

Levou-se vários séculos até que as pessoas aceitassem o banho como algo necessário. No século XVII, popularizou-se o "banho anual”, que consistia em banhar-se uma vez por ano, em uma banheira de água quente.
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8. Chapéus

Os homens não tiravam os chapéus ao entrar nas tabernas, nem na hora de comer. A razão para isso era a de que, se o fizessem, era muito provável que lêndeas e piolhos caíssem na comida. Além disso, com o chapéu, cheiravam menos mal.

                                  Resultado de imagem para fOTOS DE PESSOAS DOS SECULO 18 e 17 com chapeu

9. A tradição de jogar o buquê nos casamentos

Os casamentos eram realizados no verão do hemisfério norte, em junho. O banho anual costumava ser feito em maio, fazendo o cheiro da multidão ser mais aceitável. As mulheres levavam buquês de flores para disfarçar esse mau cheiro. Mesmo que tivessem se banhado um mês antes, isso não era o suficiente. Assim nasceu a tradição de, no final do casamento, o buquê ser atirado, para ser utilizado pela possível próxima noiva.
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10. Séculos mais tarde...

Com o advento da modernidade, no século XIX, o banhos tornaram-se mais comuns entre os homens, que se banhavam mais vezes por ano, até se acostumarem a se banhar até duas vezes por semana. As mulheres não o faziam com tanta frequência e, especialmente, não lavavam suas partes íntimas, porque se pensava que isso as tornaria inférteis.
                      Resultado de imagem para fOTOS DE homens DOS SECULO 19  tomando banho
Curiosamente, as épocas anteriores à Idade Média foram muito mais higiênicas. Os romanos e os gregos banhavam-se diariamente, e cortavam os cabelos e faziam a barba com frequência. Em meados do século V, tudo isso foi perdido e os hábitos de higiene regrediram em mais de mil anos. 
Fonte: Imgur
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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

A PERFEIÇÃO HUMANA DA CANOLA A planta que Deus não criou


                   
A canola é mais uma destas histórias atuais, que mostram como  a ciência, afastada do comum das pessoas,  se torna cúmplice de atitudes públicas, que podem ser perigosas para a saúde coletiva ou atenuar muitas dúvidas sobre produtos que se vestem com a roupagem de serem inquestionavelmente salutares.
Em primeiro lugar, é preciso estabelecer a seguinte questão: o que é canola, que, afinal, nem constava em enciclopédias (Comptons e Encarta de 96, Barsa 99)? Vejam só:  Canola é um novo nome para a  Colza. Colza? Novo nome? O que é isto afinal? Bem a Colza é uma planta do gênero brassica. As brassicas incluem um grande grupo de espécies, entre elas variadas espécies de mostardas, a colza, o repolho, o brócolis entre outras.
O óleo de colza foi utilizado como substrato de óleo lubrificante, sabões  e combustível, e até para a fabricação de de inseticidas, (como outros óleos aproveitáveis pela indústria). No entanto o óleo de colza não poderia ser utilizado para alimentação humana pois tem qualidades tóxicas que são proporcionadas pela alta quantidade de ácido erúcico (e de glucosinalatos) que contém. O ácido erúcico é associado a distúrbios que afetam o coração.
No entanto, o fato de ter alto percentual de ácidos graxos monoinsaturados, e frente à onda de preocupação com as baixas taxas de ômega-3 na alimentação industrializada da sociedade atual,  a possibilidade de se produzir e comercializar um óleo que pudesse ter o rótulo de saudável, naturalmente era tudo que as indústrias queriam. O óleo de oliva tem esses predicados, mas os bons óleos de oliva costumam ser caros para o consumidor.
A palavra Canola, é um acrônimo de CANadian Oil Low Acid (Óleo canadense com baixo teor de ácido, no caso ácido erúcico). Foi desenvolvido por plantadores canadenses, com pesquisas de aprimoramento genético convencional, e o padrão da semente, com no máximo 2% de ácido erúcico, foi desenvolvida em pesquisas da Universidade de Manitoba (Canadá). Esse nome foi patenteado pela associação de cultivadores canadense, o que valeu até 1999, quando passou a ser uma denominação genérica da variante brassica que atendesse as especificações sobre teor de ácido erúcico e outros componentes.
Mas como a canola ganha o mercado? Em meados da década de 80 vários estudos pareciam colidir com o conceito até então difundido de que os óleos poliinsaturados eram bons para a saúde, como a própria Associação Americana do Coração vinha divulgando. A indústrias ligadas à produção alimentar estariam entrando em situação bastante difícil. Retornar ao uso de gorduras tradicionais possivelmente não seria uma boa solução. Aí entram em cena a criatividade comercial em busca de um óleo rico em ácidos graxos monoinsaturados. A variante canadense têm alto teor de monoinsaturados e pode ser comparada com o azeite (óleo de oliva). Sua comparação aos benefícios do óleo de oliva é uma boa estratégia de venda: o óleo de oliva é bem mais caro, (embora a canola seja mais caro do que os outros óleos). Bom negócio, enfim. A indústria foi profícua em utilizar a preocupação com as pessoas em ter uma dieta saudável e a valorização da dieta estilo mediterrâneo que teria como maior virtude a presença de ômega-3, substância que também existe em boa quantidade no óleo de canola. Obviamente, os povos do mediterrâneo consomem mesmo é azeite (de oliva).
Bem, se você queria apenas utilizar alimentos que fossem benéficos para a saúde e ao mesmo tempo isento de controvérsias, talvez não fosse uma boa idéia escolher o óleo de canola. Esse produto aparece entre os profissionais de saúde como uma solução quase miraculosa como oferenda de boa saúde especialmente para o coração como um substituto de um produto tradicional como o azeite, e isento de quaisquer outros problemas que poderiam ser relacionados a outros óleos vegetais comuns na culinária e na indústria de alimentos. Porém há estudos que mostram que o excesso de consumo de gordura monoinsaturada pode também trazer problemas. É importante não se esquecer de ter em mente o contexto da tradição alimentar mediterrânea, e todos os outros aspectos de seu estilo de vida. 
Mas o seu processo de produção também expõe as sementes a altas pressões e temperaturas, processo que pode gerar um percentual expressivo de gorduras tipo trans. Isso também acontecer durante a fase de desodorização do produto. Vão se oxidar em fritura como qualquer outro óleo. (Há textos na internet que relacionam uma série de problemas, mas boa parte desses artigos carecem de bons substratos de pesquisa).
Uma outra questão importante sobre a canola diz respeito ao tema transgênicos. Existem bons motivos para acreditarmos que essa preocupação não é um falso alarme. A Monsanto Canadense produz variações geneticamente modificadas de canola. Essa variante parece que facilmente contamina campos de canola convencional.  Estimativas conservadoras indicavam que 65% da plantação de canola no Canadá seja transgênica. Um exemplo de problema que isso pode trazer para um agricultor pode ser visto na página de Percy Schmeiser e suas ações contra a Monsanto.
 Outra questão muito mencionada em diversos artigos sobre a canola, incluindo os textos da Fundação Weston A Price, seria sobre os rumores de que a primeira liberação das novas sementes de colza pesquisadas no Canadá, teria sido auxiliada por um gasto do próprio governo do Canadá para sua regularização junto ao FDA americano. Esse órgão de controle deveria dar o certificado de GRAS (certificação de segurança para consumo alimentar) para a semente pudesse ser comercializada em território americano. (Especula-se em algo como 50 milhões de dólares). Se isso é verdade não saberemos ao certo. Mas como, infelizmente, temos motivos de sobra para desconfiarmos das ações dos grandes interesses comerciais, essa névoa dificilmente será esclarecida.
Enfim, novamente nos defrontamos com uma situação em que a mão do homem subverte o bom senso entre ciência e saúde, ao que parece porque os interesses econômicos são muito mais persuasivos que os interesses dos consumidores. Mais o pior é que não podemos contar com os meios de informação, que sistematicamente informam o que interesses maiores julgam mais oportuno.
 O tema canola nos dá uma forte sensação de que sabemos apenas uma fração pequena do mundo obscuro do capitalismo científico, que pesquisa fontes de enriquecimento muito mais entusiasticamente do que as verdadeiras fontes de  saúde, vida e paz!


Referências e observações: 
(Efetivamente o agente mostarda é obtida de um espécie de brassica, mas não faz parte da espécie que foi modificada para a produção do agente mostarda, gás letal usado na Guerra.)
O tema canola parece ser abordado com bastante lucidez na página: www.westonaprice.org/knowyourfats/canola.html
Há muitos artigos na internet sobre o tema. Infelizmente alguns links utilizados anteriormente não foram mais encontrados. Em todo o caso vale a pena olhar:
www.tetrahedron.org (The truth about canola oil);
www.shirleys-wellness-cafe.com/canola.htm   parece estar sempre atualizado;
www.percyschmeiser.com/ (sobre as ações desse agricultor contra a Monsanto canadense);
www.dldewey.com/hydroil.htm (muita informação sobre gorduras vegetais e óleos comestíveis);
(sites em inglês). 

(Obs: O conteúdo do artigo foi modificado,substituindo o anterior, em função de que muitas das informações anteriores não puderam ser confirmadas, muitas das páginas que haviam na Internet em 2002 e 2003, data que o primeiro artigo foi escrito já saíram do ar. Creio que o fato de haver expressões como aperfeiçoamento genético e pelo fato de ser uma época de grande debate sobre o tema trasgênicos tenha trazido à tona informações confusas e inspirarem artigos apressados e inconsistentes.)

COMPILAÇÃO UMAOUTRAVISAO
Artigo original publicado em 2003 (UOV110303)
www.umaoutravisao.com.br


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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

SEGREDOS SOBRE O ALFACE


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1. Para conservar a alface sempre fresquinha, lave bem as folhas e enxugue. Depois, coloque numa vasilha hermeticamente fechada e guarde na geladeira.

 2. Para enxugar a alface com facilidade, coloque as folhas lavadas num pano poroso (como fralda de bebê), junte as pontas, fazendo uma trouxinha, depois sacuda até sair toda a água. 

3. Você pode aproveitar as folhas de alface que não estão com boa aparência para fazer sopas ou recheios, misturando com outras verduras. 

4. As folhas de alface quando cortadas com faca perdem muito seu valor nutritivo. Deixe sempre as folhas inteiras ou rasgue com as mãos. 

5. Procure colocar o sal na alface um pouco antes dá refeição, pois o sal faz com que as folhas murchem rapidamente.

 6. As folhas de alface são ótimas para retirar o excesso de gordura dos alimentos

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