quinta-feira, 22 de junho de 2017

ANTES DE ENTRAR EM UM AVIÃO, SAIBA DISSO!


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Todos os dias, cerca de 50 mil aviões sobrevoam o mundo. Entre decolagens e pousos, são milhões de pessoas utilizando esse meio de transporte para se locomover. Mas pouquíssimas pessoas sabem de alguns detalhes sobre as aeronaves que, na verdade, são bem legais de conhecer. Por isso, trouxemos alguns fatos e curiosidades sobre o assunto que você vai curtir – e quem sabe, de quebra, eles não te deixam até mais tranquila?
1. Você tem mais chances de morrer sendo atacada por um cachorro do que andando de avião.
O medo de o avião cair é um dos que mais atormenta as pessoas. Quanto a isso, fique sereníssima: voar ainda é uma das formas mais segurar de viajar! O site planecrashinfo.com fez uma análise de todos os acidentes aéreos que rolaram entre 1985 e 2004 e concluiu que as chances de você morrer em uma situação dessas (de queda) é de 1 em 6,3 milhões – se voar com uma companhia aérea confiável. Mas, relaxa, pois mesmo as companhias menos conceituadas, a taxa ainda é pequena: 1 em 543 mil.
2. Precisa escolher o assento? Existe um lugar mais seguro, sim, para se sentar.
Se por acaso você der (MUITO) azar e estiver entre a galera que vai sofrer um acidente aéreo (não necessariamente mortal), é legal saber que existe um lugar mais seguro para se sentar e aumentar suas chances de sobrevivência. Baseado em dados da agência que regula a aviação civil nos Estados Unidos, a revista Time fez um estudo que aponta que até hoje a maioria dos sobreviventes estavam na parte traseira do avião, no assento que fica entre dois outros passageiros – ou seja, nem na janelinha, nem no corredor. É o lugar mais inoportuno? É, mas se você quiser garantir…
3. A comida servida não é sem gosto. Seu paladar é que foi diretamente afetado!
É interessante saber algumas coisas sobre comida de avião. A primeira é que ela não é necessariamente ruim: a questão é que dentro da aeronave, que é pressurizada, a muuuitos quilômetros de altitude e com o ar mais seco, nós, humanos, perdemos um pouco do paladar e do olfato, tanto para salgado quanto para doce. Por isso, tudo o que você comer quando estiver lá em cima vai parecer meio sem gosto. Um estudo conduzido pelo instituto alemão Fraunhofer concluiu as pessoas perdem cerca de 30% da sensibilidade. Diante disso, vem a próxima questão. Como ficamos menos sensíveis e, consequentemente, sentimos menos o gosto da comida, eles acabam investindo mais no sal, no açúcar, no tempero e, portanto, no sódio, que não faz bem para o organismo. Então, digamos que comida de avião não é mesmo a mais saudável!
4. O piloto e o copiloto sempre comem comidas diferentes.
Já que estamos no assunto comida, é interessante saber que existem dois pilotos dentro dos voos (o principal e o copiloto), e que na maioria das companhias é solicitado que eles sempre comam coisas diferentes. Isso porque caso uma comida tenha algum problema, não ficam os dois passando mal durante a viagem. Até dentro do avião isso rola: nos voos internacionais, de acordo com a CNN, o piloto costuma comer o que tem no cardápio da primeira classe e o copiloto, no da classe executiva.
5. Quanto mais água você beber, melhor!
Você já parou para pensar que o ar que está dentro do avião é basicamente reciclado? Além disso, ele é bem gelado, por causa do ar condicionado. Sendo assim, não é surpresa que ele fique tão ressecado. Consequentemente, nossas mucosas também ficam. Então, é importante que você se hidrate bastante durante o voo. Vale tomar água, espirrar soro no nariz e até pingar um colírio. Assim você evita que os olhos fiquem vermelhos, o nariz entupido, a garganta doendo… Sem falar que você evita desidratar, ainda mais em voos longos.
6. A porta do banheiro não fica exatamente trancada enquanto você está lá dentro.
Às vezes, bate aquela vontade de ir ao banheiro que não dá para esperar até o pouso, então você acaba se rendendo e indo no avião mesmo. Você entra, tranca a porta e faz o que precisa. Até aí tudo bem, mas e se te contássemos que a porta, na verdade, não está tão trancada quanto parece? A maioria dos lavatórios podem ser acessados por fora, mesmo que a porta esteja “travada”. Isso porque, em caso de emergência, é preciso que o os comissários consigam entrar lá facilmente para ajudar alguém.
7. Se alguém morrer durante o voo… Bem, não tem exatamente o que fazer.
São milhares e milhares de pessoas viajando de avião todos os dias pelo mundo, então não é surpreendente saber que, às vezes, alguém acaba morrendo bem dentro da aeronave. É bem chato, mas acontece. Contudo, você já parou para pensar o que acontece com o corpo, já que vocês estão no meio de uma viagem e literalmente no ar? Pois bem. Até que seja possível pousar no aeroporto mais próximo, geralmente os comissários acabam esticando o corpo ou em uma fileira de cadeiras vazias ou no chão da aeronave, para que ele endureça na posição horizontal, caso esfrie.
8. O oxigênio dentro das máscaras não é eterno – mas é sempre suficiente.
Sabe aquela máscara de oxigênio que, em caso de despressurização, cai automaticamente do teto? Então, ela tem uma duração específica, que costuma ser de 14 a 20 minutos. Parece assustador se você pensar no tempo total do voo, mas ela não é feita para durar tanto mesmo. Na verdade, a função dela é te ajudar a ter ar até que o avião desça a uma altitude onde o ar já seja ok para respirar numa boa, o que seria a cerca de 3 mil quilômetros de altitude.
9. Higiene não é exatamente uma palavra de ordem em aviões.
Ao contrário do que muita gente pensa, o ar da aeronave não é todo cheio de bactérias, porque existem filtros de ar lá dentro. Já o bolsão da poltrona, a mesinha, os descansos de braço, o banheiro… Aí já dá para fazer cara de nojo! (risos) Como muitas vezes uma mesma aeronave faz um voo logo atrás do outro, nem sempre sobra tempo para fazer uma boa limpeza no ambiente. Retirar os lixos é uma coisa, mas higienizar tudo de fato já exigiria bem mais tempo.Uma dica, então, é levar lencinhos umedecidos e limpar as superfícies antes de encostar, assim você previne ficar doente. A hidratação, como já dissemos, também é bem importante para se manter saudável.
Você já conhecia todas essas curiosidades sobre as viagens de avião? Tem medo?
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segunda-feira, 12 de junho de 2017

SINUSITE

Getty Images

Sinusite: sintomas, tratamentos e causas

O que é Sinusite?

Sinônimos: infecção dos seios nasais
Sinusite é uma inflamação da mucosa dos seios da face, região do crânio formada por cavidades ósseas ao redor do nariz, maçãs do rosto e olhos. A doença pode ser secundária a uma infecção, quadro alérgico ou qualquer fator que atrapalhe a correta drenagem de secreção dos seios da face. O nome mais utilizado para esse problema é rinossinusite, pois o processo inflamatório atinge tanto a mucosa dos seios da face como a mucosa nasal.

Causas

A sinusite tanto pode ser causada por agentes infecciosos, como bactérias, fungos e vírus, quanto por fatores alérgicos. Poeira, choque térmico e cheiros ativos são listados como desencadeadores da rinopatia alérgica. Exposição a determinados agentes químicos e alterações na anatomia nasal ou dos seios da face fazem parte do outro grupo de responsáveis pela sinusite. Há ainda, casos mais raros que levam à sinusite, como a presença de um tumor.
A sinusite pode ser:
  • Aguda, quando os sintomas estão presentes por um período inferior a 12 semanas
  • Crônica, quando o inchaço e a inflamação dos seios nasais estão presentes por mais de 12 semanas.

Fatores de risco

  • As causas mais comuns de sinusite crônica incluem:
    • Pólipos nasais: crescimentos de tecido na área que podem bloquear as passagens nasais ou seios
    • Reações alérgicas: a sinusite pode ser causada pela exposição do paciente à substância transportada pelo ar, como ácaros e poeira, poluição, pólen, mofo, pelos de animais, fumaça de cigarro e partículas de insetos. Substâncias químicas como tinta, desinfetantes e produtos de limpeza também podem desencadear o quadro
    • Alergias: outras doenças alérgicas, como rinite e asma, podem favorecer um quadro de sinusite. A inflamação que ocorre com as alergias podem bloquear seus seios nasais
    • Desvio de septo nasal: quando a parede entre as narinas não está alinhada, pode haver restrição ou bloqueio das passagens no seio nasal
    • Trauma na face: um osso facial fraturado ou quebrado pode causar obstrução das vias nasais
    • Doenças que afetam a imunidade: complicações de fibrose cística, refluxo gastroesofágicoAIDS e outras doenças relacionadas com o sistema imunológico podem resultar na obstrução nasal
    • Infecções respiratórias: gripe, resfriado e outras doenças do trato respiratório podem inflamar e engrossar as membranas sinusais, bloqueando a drenagem de muco e criando condições favoráveis para o crescimento de bactérias. Essas infecções podem ser virais, bacterianas ou por fungos
    • Células do sistema imunológico: em certas condições de saúde, as células do sistema imunológico chamadas eosinófilos pode causar inflamação dos seios
    • Doenças que impedem que os cílios dos seios nasais se movam adequadamente, como a síndrome de Kartagener ou a síndrome dos cílios imóveis
    • Alterações de altitude (voar ou mergulhar)
    • Tabagismo
    • Infecções odontológicas que causem obstrução dos seios nasais.

Sintomas de Sinusite

    • A sinusite crônica e sinusite aguda têm sinais e sintomas semelhantes, mas a sinusite aguda é uma infecção temporária dos seios muitas vezes associada a um resfriado. Já a rinossinusite crônica corresponde a um processo inflamatório com duração prolongada (maior que 12 semanas) podendo ainda ser classificada em rinossinusite crônica com polipose e rinossinusite crônica sem polipose. 
      Obstrução nasal ou secreção nasal associados a pelo menos um dos sintomas:
      • Pressão ou dor facial
      • Redução ou perda do olfato
      • Associado a alterações tomográficas ou evidenciadas por exame de videonasofibroscopia
      • Com duração maior que 12 semanas.

      • Outros sinais e sintomas podem incluir:
        • Dor de ouvido
        • Dores no maxilar superior e dentes
        • Tosse, que pode ser pior durante a noite
        • Garganta inflamada
        • Mau hálito (halitose)
        • Fadiga ou irritabilidade
        • Náusea.
        Os sinais e sintomas de sinusite crônica são semelhantes à sinusite aguda, exceto que eles duram mais tempo e muitas vezes causam mais fadiga. Febre não é um sinal comum de sinusite.
      • Outros sinais e sintomas podem incluir:
        • Dor de ouvido
        • Dores no maxilar superior e dentes
        • Tosse, que pode ser pior durante a noite
        • Garganta inflamada
        • Mau hálito (halitose)
        • Fadiga ou irritabilidade
        • Náusea.
        Os sinais e sintomas de sinusite crônica são semelhantes à sinusite aguda, exceto que eles duram mais tempo e muitas vezes causam mais fadiga. Febre não é um sinal comum de sinusite.
    • Para o diagnóstico de rinossinusite crônica devemos ter dois ou mais dos seguintes sinais:

Endoscopia nasal

      • Um tubo fino e flexível (endoscópio) com uma luz de fibra óptica na ponta é introduzido pelo nariz, possibilitando ao médico inspecionar visualmente o interior de seus seios nasais. Isso também é conhecido como rinoscopia.

Exames de imagem

      • Tomografias computadorizadas (TC) e podem mostrar detalhes de seus seios e área nasal. Eles podem identificar uma inflamação profunda ou obstrução física que é difícil de detectar usando um endoscópio. Além disso, esses exames avaliam a anatomia dos seios nasais, podendo indicar a necessidade de cirurgia. RX de seios da face não permitem uma avaliação adequada dos quadros de rinossinusite.

Culturas nasais

      • São geralmente desnecessários para o diagnóstico de sinusite crônica. No entanto, nos casos em que a condição não responde ao tratamento, analisar os tecidos nasais pode ajudar a identificar a causa, como bactérias ou fungos. Examinar os cílios nasais e se eles funcionam corretamente também é uma opção.

Testes de alergia

      • Se o médico suspeitar que a doença seja causada por alergias, um teste de alergia de pele pode ser recomendado. São exames que ajudam a identificar o alérgeno responsável por sua sinusite.

Outros exames

      • O médico também pode pedir exames de sangue, para detectar doenças que afetam a imunidade, e exames de cloro no suor, para detectar fibrose cística.

Tratamento de Sinusite

      • Alguns tratamentos são recomendados para ajudar a aliviar os sintomas da sinusite. Estes incluem:

Solução salina

      • A mistura de água e sal ajuda a dissolver as secreções nasais. Você pode inalar a solução salina ou pingá-la em seu nariz. O ideal é misturar uma colher de chá de sal para cada litro de água.

Corticoides nasais

      • Sprays nasais ajudam a prevenir e tratar a inflamação. Exemplos incluem fluticasona, budesonida, triamcinolona, mometasona e beclometasona. Você pode precisar usar esses medicamentos durante vários dias ou semanas antes que eles atinjam o seu máximo benefício. Ao contrário de corticosteroides orais, esses medicamentos têm um risco relativamente baixo de efeitos colaterais e são geralmente seguros para uso contínuo, uma vez que agem diretamente nos sinos nasais, em vez de passarem primeiro pela corrente sanguínea.

Corticosteroides orais ou injetáveis

      • Estes medicamentos são utilizados para aliviar a inflamação de sinusite grave, especialmente se você também tem pólipos nasais. Exemplos incluem a prednisona e a metilprednisolona. Corticosteroides orais podem causar sérios efeitos colaterais quando usados durantes longos períodos, por isso eles são indicados apenas para tratar sintomas graves.

Descongestionantes

      • Estes medicamentos estão disponíveis nas farmácias em forma de comprimidos, líquidos ou sprays nasais. Esses medicamentos são geralmente ministrados por alguns dias no máximo, caso contrário podem causar efeito rebote, levando ao aparecimento de um congestionamento mais grave.

Antibióticos

      • Os antibióticos são necessários para sinusite se você tiver uma infecção bacteriana. No entanto, a sinusite crônica é muitas vezes causada por algo diferente de bactérias, por isso, os antibióticos nem sempre ajudam. Na dúvida, converse com o médico.

Cirurgia

      • Nos casos em que a sinusite resiste ao tratamento, a cirurgia endoscópica pode ser uma opção. Para esse procedimento, o médico utiliza um endoscópio (tubo fino e flexível com uma luz ligada na ponta) para explorar suas passagens nasais. Então, dependendo da fonte de obstrução, o médico pode utilizar vários instrumentos para remover o tecido ou raspar um pólipo que está causando a obstrução nasal. Ampliar a abertura do seio estreito também pode ser uma opção.
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