sábado, 19 de abril de 2014

COMO LIDAR COM A INJUSTIÇA




Não te indignes por causa dos malfeitores, ... pois eles dentro em breve definharão como a relva, e murcharão como a erva verde. Confia no Senhor, e faze o bem. Sal. 37:1-3.

Alguns anos atrás, na África, um grupo de habitantes de certa região estava atravessando uma estrada quando um deles foi atropelado por um carro e morreu. O motorista fugiu em disparada. Os sobreviventes saíram em sua perseguição mas não conseguiram alcançá-lo.

Retornando à cena do acidente, o enlutado grupo expressou o seu pesar, a sua raiva e frustração com altos brados e gesticulações selvagens. Em vez de continuar a jornada, iniciaram uma vigília junto ao corpo de seu falecido companheiro.

Mais tarde, naquele dia, o motorista culpado retornou pelo mesmo caminho. Reconhecendo-lhe o carro, os lamentadores jogaram pedras contra o veículo, e com boa pontaria. Desta vez o criminoso teve de parar. O pára-brisa ficou tão estilhaçado, que impossibilitava a visão da estrada. Os vigilantes, então, passaram a quebrar as janelas do carro. Felizmente o motorista conseguiu trancar as portas; caso contrário, teria sido despedaçado.

Quem eram os vingadores? Um bando de macacos babuínos!
Embora alguns possam argumentar que a vida de um babuíno não pode ser comparada com a vida de um ser humano, quem pode negar que - sob a ótica de um babuíno, pelo menos - o motorista fujão não tenha recebido o castigo que bem merecia?

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sexta-feira, 11 de abril de 2014

ASSUMINDO UMA POSIÇÃO INFERIOR

   
                 

Quando for convidado [para uma festa de casamento], sente no último lugar. Assim, quem o convidou vai dizer: "Meu amigo, venha sentar aqui num lugar melhor." S. Luc. 14:10 (BLH).

Há vários anos, nossa família participou de uma excursão na qual os turistas viajavam em carros, estilo caravana. Visitamos muitos lugares interessantes. No final de cada dia, reuníamo-nos num hotel para o pernoite. Era até divertido observar como alguns indivíduos de nosso grupo faziam manobras para se colocar em posição de serem atendidos em primeiro lugar no balcão da portaria do hotel. Quase parecia que desejavam conseguir um quarto que melhor refletisse o status deles na vida. Felizmente, nem todos no mundo deixam um exemplo tão "brilhante".

Quando Sammy Morris, um rapaz africano, foi para a América estudar na Universidade Taylor, não pediu o melhor quarto do dormitório. Em vez disso, quando o reitor Thaddeus C. Reade perguntou-lhe que quarto preferia, Sammy respondeu: "Se houver um quarto que ninguém quer, fico com ele."

Comentando esse fato, o reitor disse: "Em minha experiência como professor, tive a oportunidade de designar quartos para mais de mil alunos. Muitos deles eram moças e rapazes nobres e cristãos; mas Sammy Morris foi o único que disse: 'Se houver um quarto que ninguém quer, fico com ele.'"


Freqüentemente acontece isto: quando uma pessoa deixa de lado seus próprios interesses e humildemente se preocupa em ajudar os outros, ela chama a atenção dos seus semelhantes e é honrada por eles. Por quê? Bem, aparentemente admiramos a humildade - nos outros!

Mas nosso verso não está falando basicamente de sermos honrados por nossos semelhantes. A ênfase principal de Jesus era sobre coisas espirituais. A festa de casamento representa o reino da graça e o reino da glória. Aqueles que nesta vida entram no reino da graça e aprendem a lição da verdadeira humildade, serão honrados pelo anfitrião celestial no reino da glória.

"A entrega do próprio eu é a essência dos ensinos de Cristo." - O Desejado de Todas as Nações, pág. 500. Isso pode significar a ocupação de uma posição obscura nesta vida, mas resultará em ocupar uma posição de honra no reino dos Céus.

Poupando a Alma Sensível
Olhem para o Meu Servo. Vejam o Meu Escolhido. Ele é o Meu Amado, em quem a Minha alma se alegra. ... Ele não esmaga o fraco, nem apagará a menor esperança que houver. S. Mat. 12:18 e 20 (A Bíblia Viva).


Criar quatro filhos e fazer todo o trabalho doméstico é tarefa desafiadora. Acrescente a isso o atendimento a uma irmã inválida e a um esposo ocupado demais em ganhar o sustento para poder ajudar, e você terá a receita para conseguir um espírito abatido. Assim era a vida de Phoebe Hinsdale Brown, uma jovem dona-de-casa no início do século dezenove. Contudo, apesar de sua ocupada rotina, Phoebe decidiu passar algum tempo a sós com Deus.

Não distante de sua casa, ficava a propriedade de uma abastada senhora, onde havia um jardim isolado. Ao entardecer, Phoebe gostava de dar uma escapadinha até àquele caramanchão para passar alguns momentos em meditação e prece. Achando que a proprietária não se importaria, Phoebe não pedia licença. Um dia, o jardineiro percebeu-lhe a presença e relatou o fato à patroa. Esta, desconfiada de más intenções, foi falar com a assustada mulher, exigindo que ela dissesse o que estava fazendo naquele lugar e insinuando que os "penetras" não eram bem recebidos!

De alma tímida e sensível, Phoebe sentiu-se esmagada, pois não tinha nenhuma intenção maldosa. Na tarde seguinte, escreveu um bilhete pedindo perdão. O conteúdo do bilhete tomou a forma de um poema. Segurando no colo o filho caçula, Phoebe escreveu:

"Desculpas por Minhas Divagações Vespertinas." Aqui estão duas quadras de seu poema:

Eu amo aqui em meu viver
A sós com Deus estar,
O meu labor assim deter,
E, em paz, humilde orar.
Eu amo estar a sós e ouvir
A voz da solidão;
E minha voz eu ergo então,
Só Deus a pode ouvir.
Não sei qual foi a reação da senhora rica ao bilhete, mas sei que o poema de Phoebe foi parar em nosso hinário Cantai ao Senhor (número 306).

Resposta Branda
A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. Prov. 15:1.


Não faz muito tempo, li acerca de um pastor que se havia mudado para um novo distrito e descobriu que um dos membros de sua igreja parecia decidido a encontrar defeitos em tudo o que ele fazia. A princípio, o pastor procurou desconhecer as críticas, mas o homem não ficou contente em ser ignorado. Um dia, o pastor recebeu uma carta especialmente cáustica, repleta de acusações. A maioria delas era falsa e as outras, completamente desproporcionadas em relação com os fatos.

O pastor não podia mais ignorar seu crítico. Percebeu diante de si um problema que devia ser resolvido. Sabia que não podia refutar as injuriosas acusações uma por uma; no entanto, antes de responder, orou por sabedoria celestial. Foi impressionado a escrever ao seu crítico uma carta de cinco palavras: "Por favor, ore por mim."

O efeito daquele simples pedido foi nada menos que miraculoso. Tocou o coração do crítico e lhe alterou completamente as atitudes.
Daquele dia em diante, o homem tornou-se um dos mais leais defensores do pastor.

Vamos considerar por um momento a resposta do pastor. Seu tom é conciliatório, mas de forma alguma se rende às acusações do crítico. Reconhece, entretanto, que necessitaria da ajuda do crítico se as acusações fossem verdadeiras.

Da parte de alguns homens, essa resposta poderia ser interpretada como sinal de arrogância, até mesmo de sarcasmo. Mas evidentemente o crítico sabia no fundo do coração que seu pastor era diferente. Será que isso se deveu às pacientes tentativas do pastor no sentido de ignorar as críticas? Não sei, mas sei que a maioria dos seres humanos se dispõe a ajudar quando alguém pede um favor.

Quando Salomão disse que a resposta branda desvia o furor, ele não queria dizer que isso sempre funciona (especialmente se respondemos aos nossos acusadores com palavras que suscitam ira).


Voltar a Outra Face

Não resistais ao perverso; mas a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra. S. Mat. 5:39.

Quando John Selwyn, renomado missionário nas Ilhas dos Mares do Sul, freqüentava a universidade, era conhecido por sua destreza como boxeador. Anos mais tarde, enquanto trabalhava no sul do Pacífico, sentiu ser seu dever censurar um dos ilhéus por um grave erro. O homem ficou bravo e golpeou o rosto de Selwyn com o punho cerrado. Selwyn poderia ter facilmente acabado com a valentia do agressor.

Em vez disso, cruzou os braços e calmamente voltou a outra face.

Surpreso pela atitude do missionário, o nativo fugiu para o mato.

Anos mais tarde, aquele homem dirigiu-se ao sucessor de Selwyn e pediu para ser batizado. Depois de verificar a genuinidade daquela conversão, o missionário perguntou ao nativo como era que ele gostaria de ser conhecido como cristão. "John Selwyn!", respondeu o ilhéu. "Ele me mostrou como Jesus é." Que testemunho!

É possível que você já tenha ouvido alguém dizer: "Em determinadas circunstâncias, tudo bem voltar a outra face; mas se alguém ameaçar a minha vida, ou da minha esposa e filhos, vou mutilar o assaltante e, se necessário, matá-lo."

O problema com essa filosofia é que aquilo que decidirmos fazer antes de uma crise é provavelmente o que faremos quando a emergência surgir. Assim, se decidimos confiar no braço de carne (Jer. 17:5), é muito possível que façamos "as obras da carne" (Gál. 5:19-21); mas se decidirmos obedecer ao conselho da Palavra de Deus, Ele promete que "proverá livramento" para nós (I Cor. 10:13).


Recentemente, ouvi acerca de mãe e filha que passaram por uma experiência de risco de vida, a qual mostra como Deus pode atuar, quando permitimos que atue. Certa noite, as duas foram surpreendidas por um intruso que tencionava estuprar e matar.
Ambas oraram silenciosamente por proteção e foram impressionadas a dizer ao homem que ele não poderia prejudicá-las a menos que Deus o permitisse. Embora ficasse ameaçando e vociferando, o homem nada pôde fazer e finalmente deixou as duas mulheres sem molestá-las.


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domingo, 30 de março de 2014

JOÃO 3:16

                           
"Na cidade de São Paulo, numa noite fria e escura de inverno, próximo a uma esquina por onde passavam várias pessoas, um garotinho vendia balas para conseguir alguns trocados. Mas o frio estava intenso e as pessoas já não paravam mais quando ele as chamava.
Sem conseguir vender mais nenhuma bala, ele sentou na escada em frente a uma loja e ficou observando o movimento das pessoas. Sem que ele percebesse, um policial se aproximou. "Está perdido, filho?"
O garoto respondeu: "Só estou pensando onde vou passar a noite hoje... normalmente durmo em minha caixa de papelão, perto do correio, mas hoje o frio está terrível... O senhor sabe me dizer se há algum lugar onde eu possa passar esta noite?"
O policial mirou-o por uns instantes e coçou a cabeça, pensativo. "Se você descer por esta rua", disse ele apontando o polegar na direção de uma rua, à esquerda, "lá embaixo vai encontrar um casarão branco; chegando lá, bata na porta e quando atenderem apenas diga 'João 3:16'.
Assim fez o garoto. Desceu a rua estreita e quando chegou em frente ao casarão branco, subiu os degraus da escada e bateu na porta. Quem atendeu foi uma mulher idosa, de feição bondosa.
"João 3:16", disse ele, sem entender direito.
"Entre, meu filho". A voz era meiga e agradável. 
Assim que ele entrou, foi conduzido por ela até a cozinha onde havia uma cadeira de balanço antiga, bem ao lado de um velho fogão de lenha aceso. "Sente-se, filho, e espere um instantinho, tá?" O garoto se sentou e, enquanto observava a velha e bondosa mulher se afastar, pensou consigo mesmo: 
"João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que aquece a um garoto com frio".
Pouco tempo depois a mulher voltou. "Você está com fome?", perguntou ela. "Estou um pouquinho, sim... há dois dias não como nada e meu estômago já começa a roncar..."
A mulher então o levou até a sala de jantar, onde havia uma mesa repleta de comida. Rapidamente o garoto sentou-se à mesa e começou a comer; comeu de tudo, até não aguentar mais. Então ele pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que mata a fome de um garoto faminto".
Depois a bondosa senhora o levou ao andar superior, onde se encontrava um quartinho com uma banheira cheia de água quente. O garoto só esperou que a mulher se afastasse e então rapidamente se despiu e tomou um belo banho, como há muito tempo não fazia. Enquanto esfregava a bucha pelo corpo pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que torna limpo um garoto que há muito tempo estava sujo."
Cerca de meia hora depois, a velha e bondosa mulher voltou e levou o garoto até um quarto onde havia uma cama de madeira, antiga, mas grande e confortável. Ela o abraçou, deu-lhe um beijo na testa e, após deitá-lo na cama, desligou a luz e saiu. Ele se virou para o canto e ficou imóvel, observando a garoa que caía do outro lado do vidro da janela. E ali, confortável como nunca, ele pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que dá repouso a um garoto cansado".
No outro dia, de manhã, a bondosa senhora preparou uma bela e farta mesa e o convidou para o café da manhã. Quando o garoto terminou de comer, ela o levou até a cadeira de balanço, próximo ao fogão de lenha. Depois seguiu até uma prateleira e apanhou um livro grande, de capa escura. Era uma Bíblia. Ela voltou, sentou-se numa outra cadeira, próximo ao garoto olhou dentro dos olhos dele, de maneira doce e amigável.
"Você entende João 3:16, filho?"
"Não, senhora... eu não entendo... A primeira vez que ouvi isso foi ontem à noite... um policial que falou...".
Ela concordou com a cabeça, abriu a Bíblia em João 3:16 e começou a explicar sobre Jesus. E ali, aquecido junto ao velho fogão de lenha, o garoto entregou o coração e a vida a Jesus. E enquanto lágrimas de felicidade deixavam seus olhos e rolavam face à baixo, ele pensou consigo mesmo: "João 3:16... ainda não entendo muito bem o que isso significa, mas agora sei que isso faz um garoto perdido se sentir realmente seguro".

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quinta-feira, 27 de março de 2014

AS DUAS MOSCAS

                          


Contam que certa vez duas moscas caíram num copo de leite. A primeira era forte e valente, assim logo ao cair nadou até a borda do copo, mas como a superfície era muito lisa e ela tinha suas asas molhadas, não conseguiu sair. Acreditando que não havia saída, a mosca desanimou, parou de nadar e de se debater e afundou. Sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte era tenaz, continuou a se debater a se debater e a se debater por tanto tempo, que,aos poucos o leite ao seu redor, com toda aquela agitação, foi se transformando e formou um pequeno nódulo de manteiga, onde a mosca conseguiu, com muito esforço, subir e dali levantar vôo para algum lugar seguro.

Durante anos, ouvi esta primeira parte da história como um elogio à persistência, que, sem dúvida, é um hábito que nos leva ao sucesso, no entanto...

Tempos depois a mosca, por descuido ou acidente, novamente caiu no copo. Como já havia aprendido em sua experiência anterior, começou a se debater, na esperança de que, no devido tempo, se salvaria. Outra mosca, passando por ali e vendo a aflição da companheira de espécie, pousou na beira do copo e gritou: "Tem um canudo ali, nade até lá e suba pelo canudo". A mosca tenaz não lhe deu ouvidos, baseando-se na sua experiência anterior de sucesso, continuou a se debater e a se debater, até que, exausta afundou no copo cheio ... de água.

Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de notar as mudanças no ambiente e ficamos nos esforçando para alcançar os resultados esperados até que afundamos na nossa própria falta de visão. Ficamos paralisados, presos aos velhos hábitos, com medo de 
errar.

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quarta-feira, 12 de março de 2014

FERA DA BATERA - LEO RODRIGUEZ

)
LEO RODRIGUEZ- A FERA DA BATERA

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COMO É CALCULADA A IDADE DO CÃO?

idade-caes-aniversario
Certamente já ouviu dizer que para calcular a idade de um cão basta multiplicar cada ano por sete, e esse número corresponde à idade do homem. A verdade é que nem tudo o que é dito e aceite na gíria corresponde à realidade dos factos.
Esta relação a que estamos habituados a ouvir não corresponde à realidade, já que a idade do cão varia com a raça e o porte do animal. Tal como cada ser humano tem o seu próprio tempo de envelhecimento, também os animais seguem a mesma tendência. O tipo de alimentação, as doenças e os cuidados em geral que os animais recebem dos seus donos, ajudam a retardar o envelhecimento, apesar de estes factores não serem determinantes.

Como é então feito o cálculo da idade do cão?

Tal como dissemos, o cálculo da idade de cada cão varia consoante o porte e a raça, ou seja, os cães de grande porte apresentam um envelhecimento mais rápido face aos de pequeno porte.
Outro ponto que deve ser levado em consideração para quantificar a idade real de um cão é o seguinte: o envelhecimento do cão é mais acentuado nos dois primeiros anos de vida, ou seja, para a maioria das raças o primeiro ano de vida corresponde a 15 anos relativamente à idade humana, enquanto que o segundo ano corresponde aos 24 anos da idade humana. Após o terceiro ano de vida do cão, o cálculo sofre uma pequena alteração e a partir daí cada um envelhece de acordo com o seu porte e raça.
Assim sendo, a média (a partir dos 3 anos) é a seguinte: para cães de pequeno porte podemos multiplicar a sua idade por 5 e para cães de porte médio multiplicamos a sua idade por 6 e multiplicamos a sua idade por 7 ou por 8 se forem cães de grande porte.

A tabela explicativa da idade do cão / idade humana

Tabela comparativa da idade do cão e idade humana
Tabela comparativa da idade do cão com a idade humana

Esperança média de vida por raça

  • 7-10 anos – Grande Danois, Newfoundland, King Charles Spaniel;
  • 9-11 anos – São Bernardo, Bloodhound, Chow Chow, Boxer, Bulldog Francês;
  • 10-13 anos – Airdale Terrier, Dalmatian, German Sheperd, Scottish Terrier;
  • 12-15 anos – Beagle, Bichon, Frise, Collie, Doberman, Papillon, Pomeranian;
  • 14-16 anos – Boston Terrier, Cairn Terrier, Cocker Spaniel, Chihuahua, Corgie, Golden Retriever, Irish Setter, Jack Russel Terrier, Maltese Terrier, Poodl, Schnauzer, Shih Tzo, West Highland White Terrier, Yorkshire Terrier;
  • 15-18 anos – Dachshund, Poodle, Chihuahua;

Estes dados são apenas indicativos, uma vez que depende do dono procurar dar uma tranquila e relaxada velhice ao seu cão e contribuir para que a sua vida seja a mais duradoura e feliz quanto possível.

Sinais de velhice dos cães

Tal como os humanos, também os cães não envelhecem do mesmo modo. Existem cães com alguma idade que ainda correm e saltam, não apresentando qualquer sinal de velhice. A verdade é que a esperança média de vida do cão também tem vindo a aumentar, não só devido aos cuidados generalizados dos donos, mas também devido à diversificada oferta na alimentação, o que contribui para que as necessidades do cão sejam supridas em cada fase da vida.
  • Até 7 Kg – primeiros sinais de velhice entre os 9 e os 11 anos
  • De 8 a 25 Kg – primeiros sinais de velhice entre os 7 e os 9 anos
  • De 25 a 40 Kg – primeiros sinais de velhice entre os 6 e os 8 anos
  • Mais de 40 Kg – primeiros sinais de velhice entre os 4 e os 6 anos

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sábado, 22 de fevereiro de 2014

O MINEIRO E O MÉDICO



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MOUSSE DE CHOCOLATE


Ingredientes

  • 340 g de chocolate picado
  • 100 g de açúcar
  • 3 ovos
  • 240 ml de leite quente
  • 45 ml de uísqueque

Preparação


  1. Bata no liquidificador o chocolate, o açúcar e os ovos.
  2. Junte o leite e o uísque e bata mais até ficar homogêneo.
  3. Passe para 8 taças e leve à geladeira por pelo menos 1 hora antes de servir.
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UMA FAMÍLIA SEPARADA DENTRO DE CASA

       

Havia um homem muito bem sucedido na vida morava com sua esposa e se filho adolescente numa mansão na área nobre de Curitiba. Ocupava o cargo de presidente em uma empresa multinacional e por isso tinha um alto salário.
E era dessa forma que mantinha sua casa, com diversos empregados, tinha quatro
carros na garagem, dava sem pestanejar tudo o que o filho pedia e fazia questão de dar
para sua esposa tudo o que ela desejava. Isso tudo porque amava sua família.
Mas esta não é uma história de uma família feliz. Mesmo amando uns aos outros, e
não tendo nenhum momento de discussão, ainda faltava alguma questão para esta
família ser feliz. Faltava a comunicação. A fartura de dinheiro acabou ocupando
os espaços entre eles. Mesmo com amor e respeito, o dinheiro os dividiu sem que
eles percebessem. Imaginem a situação... no final do dia todos gostavam de assistir televisão, mas cada um queria assistir um canal diferente. Então a solução encontrada com facilidade foi comprar uma TV para cada um. A TV os afastou. O café da manhã não era mais feito juntos, afinal de contas, cada um tinha o seu horário, por conta de suas diversas atividades. O marido ia para academia na parte da manhã, antes de chegar no trabalho. A esposa tinha yoga. O filho gostava de dormir até mais tarde. No final das contas, nenhuma refeição mais faziam juntos, tinham muitos compromissos. E no final de semana era a mesma rotina, um ia jogar golfe com os amigos, outra passava o dia no spa, e outro preferia jogar videogame (da última geração) com os amigos.
Sem perceberem não se falavam mais, nem mesmo marido e esposa. Suas conversas
eram quase sempre superficiais. Apesar de haver respeito e amor esta família estava
dividida pelas possibilidades oferecidas pelo dinheiro. O consumismo tomou conta
da rotina. E só perceberam o que estava acontecendo entre eles quando o filho
adolescente descobriu um tumor já avançado. Apesar de ter tido diversos sintomas
que poderiam ter levado ao diagnóstico precoce, a distância os impediram de ver
detalhes simples. Descobriram então que não se conheciam mais. Com toda
a tristeza pela luta contra a doença, a família se uniu também para mudar essa situação
entre eles. A primeira atitude que tiveram foi fazer com que a rotina de cada um não os
impedissem de fazer as refeições juntos. Venderam os carros e ficaram apenas com um, assim teriam que estar juntos para chegar em algum lugar. Também deixaram apenas uma TV na casa, precisariam escolher um programa ou filme para assistirem juntos. E acrescentaram ainda uma situação que nunca tinham feito, toda semana realizavam um culto doméstico. O filho foi curado e a família seguiu buscando cada vez mais aproximação entre si. Aprenderam a um cuidar do outro, e a não deixar que as possibilidades que o dinheiro oferece permita os separar.
“Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé” (Gálatas
6.10).
o jornal batista – domingo, 23/02/14

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